Como fazer um arco de PVC com roldanas

Por algum motivo, eu entrei em uma neura de saber como fazer alguns itens usando materiais disponíveis produzidos apenas por minha pessoa.

Seja para quando for abandonado em uma ilha sem nada, ou no caso de um colapso geral tecnológico e social gerado por zumbis ou pulsos eletromagnéticos, coisas feitas apenas com as minhas próprias mãos.

Como arcos são legais, e são a melhor arma que alguém pode fazer de forma “solitária”, eu acabei descobrindo como fazer arcos, e um dos modelos mais legais e possíveis de se fazer(em casa, não em um cenário apocalíptico…) atualmente são os de PVC.

Esses dois links abaixo mostram um cara fazendo arcos de PVC com roldanas(arcos com roldanas são melhores, PVC mais fácil de encontrar e manipular). Esses arcos que ele faz são mais práticos de fazer da forma como ele construiu:

Dando um visual melhor

Não entro muito no aspecto se o formato do arco nos primeiros vídeos é melhor por questões de atirar a flecha. Ele é pratico e muito resistente, mas como você se lembram, ele é muito feio.

Como o fator “visual” é importante(vão chamar você de “Arqueiro Super Mario Bros” com um arco daquele), tem algumas melhorias que você pode tentar fazer para melhorar o formato do arco. Essas mudanças podem ser vistas nesse vídeo:

Ele “molda” o PVC com uma “Heat Gun” para ficar no formato mais “bonito”. Não sei como fica a parte da estrutura do arco, mas acho que esse ultimo parece ser mais frágil, mas pode melhorar para colocar mais força na flecha(apesar de que as roldanas já devem fazer bem esse serviço no projeto do primeiro vídeo).

Como usar o arco

Mais uma coisa legal que eu achei foi um vídeo de como usar um arco.

Nesse vídeo tem algumas dicas, não todas claro, mas gostei dele porque o vídeo foi um pouco mais trabalhado. Assistam ai:


Instalando o flash no Chromium e no firefox no Ubuntu

O problema

Well, não gosto do ubuntu, mas recentemente eu me deparei com um problema em um computador com ubuntu.

Como todos devem saber, o suporte ao flash usando uma determinada API foi descontinuado(que é a NPAPI), e com isso o firefox e o chromium não tem mais suporte ao flash. O chrome não sofre com isso porque convenientemente ele vem com uma versão do flash embarcado no navegador, que usa uma outra API(que é a PPAPI).

A solução

Dito o problema, como resolver isso é muito simples, só usar o novo plugin do flash para a API nova.

Basicamente, para instalar o flash para o firefox e o chromium no ubuntu, é só executar:


sudo apt-get install pepperflashplugin-nonfree && sudo update-pepperflashplugin-nonfree --install
sudo add-apt-repository ppa:nilarimogard/webupd8 && sudo apt-get update && sudo apt-get install freshplayerplugin

Comentários sobre

A solução é para o ubuntu, mas pode facilmente adaptada para outras distribuições.

É uma bosta essas coisas, e quem sofre é usuario, mas fazer o que né. Só fica o desejo que esse povo deixe as coisas mais claras no futuro, principalmente para os usuários finais ai.


Velho problema com o pulseaudio finalmente resolvido…

Eu tinha um problema enorme com o pulseaudio. Não conseguia que ele funcionasse de forma conveniente para que o som não travasse o alsa e vice versa. Eu não queria nem saber o que era porque imaginava que o pulse pudesse resolver isso com atualizações ou pelo menos melhorar.

Bom, recentemente enchi o saco. De verdade, e resolvi “resolver” o problema. Depois de ficar mais perdido que cego em tiroteio e testar algumas muitas variações de arquivos de configuração e problemas inventados, eu consegui.

Parando para pensar agora, realmente vejo que o que eu fiz é considerado algo que deveria ter sido resolvido de outra forma. O “método” de resolver algumas coisas deveria ser automático para a solução mais simples, coisa que não ocorre em muitos casos.


Sistema Operacional miniOS-0.02: Configuração do Ambiente

Ola terráqueos. Voltei.

Estou continuando a serie de posts sobre como fazer um sistema operacional, fazendo o meu proprio sistema.

Agora vou tratar da configuração do ambiente, ou em outras palavras, deixar as ferramentas que não são de desenvolvimento ajustadas para facilitar. Basicamente vamos falar do diretório /tools do nosso projeto.

Quando essa parte do tutorial estiver publicada no meu blog, você já poderão conferir no repositório os fontes dos arquivos.


/tools/boot_qemu.sh

Primeiramente, vamos falar sobre esse arquivo, que vai ser o script que vai ajudar a inicializar o nosso kernel.

Para testar o kernel, eu optei por usar o qemu, que é um emulador de maquinas bem completo e com suporte a virtualização, ou seja, podemos também usar o kernel um uma maquina virtualizada com pouco esforço.

Não vou explicar o script, acho que isso não é necessário, mas a função básica é verificar se o qemu de 32 bits esta disponível no sistema, se não estiver, usar o comando padrão. Depois, se a variável de ambiente estiver sem nenhum valor, ele procurar a imagem do kernel com o nome padrão(“miniOS”) e inicializa o sistema. Como vamos precisar por questões de debug saber o conteúdo dos registradores, esse script vai esperar um tempo para que a maquina levante o sistema e vai mostrar o conteúdo dos registradores.

O objetivo vai se rodar esse comando depois de construir o “executável” do sistema, dentro do diretório central do código fonte.

Originalmente, no tutorial do Bran e em outros, se usa um “emulador” antigo mas que funcionava bem legal, que era o bochs. O bochs é funcional e foi muito usado durante muito tempo, mas ele sempre foi mais difícil de usar, além de ter alguns “bugs” que não me pareciam muito fáceis de lidar… Por isso resolvi usar uma ferramenta mais fácil e moderna, por isso o qemu ;).

Para quem quer usar uma interface, eu recomendo o aqemu. Ele tem a opção de colocar um kernel para dar boot, e fica mais pratico. Não vou abordar isso, tanto porque acho o script mais fácil ^^.

Como sempre, o código agora já esta no repositório.


Awesome Mix Vol. 2


Awesome Mix Vol. 1


Terror no Cinema

Ainda não li todo o post, mas só pelas recomendações já vale com certeza.

MovieWagon

Alimenta-se dos nossos medos, cria os pesadelos mais aterradores e muitas vezes procura inspiração na mais assustadora das realidades ou no quotidiano de qualquer um. O género de Terror é um dos mais antigos da História do Cinema e um dos mais ricos, para além de um dos mais mal compreendidos.

nightmare-on-elm

Logo após a invenção do Cinema pelas mãos dos Irmãos Lumiére, em 1896, a nova arte desde cedo começa a ser desenvolvida por novos cineastas. Enquanto uns retratam a realidade com produtos mais documentais, outros pretendem sair da fronteira da realidade e criar histórias fantásticas ou mesmo aterradoras. Ainda em 1896, o revolucionário e inventivo George Mélies realiza The House of the Devil, considerado por muitos o primeiro filme de terror da história do cinema. No entanto, Mélies continua o seu percurso pelo fantástico mas dentro do género da ficção científica, deixando de lado o aspecto mais obscuro…

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O caso do lavabit, e porque não se deve confiar na liberdade nos EUA

http://lavabit.com/

Certo, vi isso hoje, mas acessem o link acima para entender toda a historia melhor, mas seque um resumo.

Existia uma companhia chamada lavabit que era dos EUA e tinha como proposta armazenar de forma segura dados de clientes.

O governo processou a companhia de uma forma que o dono ficasse totalmente sem defesa, deixando apenas duas alternativas: ou ele encerrava as operações ou ele entregava o acesso a todos os dados dos seus clientes, mesmo sem ser preciso ou encorajado pela lei.

Como ele era uma empresa seria, ele resolveu fechar as portas. E apesar de não poder fazer outra coisa e ter sua esperança na liberdade dos EUA abalado, ele ainda juntou paciência dele e fez o relato acima do link. Muito interessante de acompanhar.

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LibreSSL e porque o openssl ainda é perigoso

Certo, em épocas de heartbleed e coisas do tipo, começamos a perceber que existem alguns problemas com algumas implementações não tão modernas

Mais especificamente com o OpenSSL, recentemente na tentativa de evitar outros erros futuros, pessoas começaram a olhar e relatar problemas adicionais com o openSSL. Devido a vários problemas, foi resolvido criar um fork do projeto chamado “libreSSL“.

Realmente não gosto muito da ideia de se fazer um fork de forma desnecessária, mas procurando sobre o assunto, encontrei esses slides que justificam o clone:

http://www.openbsd.org/papers/bsdcan14-libressl/mgp00001.html

Recentemente soltei um twett sobre um post falando sobre a baixa qualidade em códigos científicos. Acho que esse é um caso de grande parte das coisas que são motivos do clone até.

Ah, também acho interessante que o projeto é vinculado ao openBSD, mas ainda assim ele é portável. Quer dizer, acho que a maior parte das coisas feitas no openBSD são portáveis mesmo.

UPDATE:

Um link muito útil que o Dielson colocou para entender o Heartbleed:

http://www.dwheeler.com/essays/heartbleed.html


Arquivos portáveis, protocolos portáveis… em C!

Vinipsmaker labs

Um hábito que me faz desprezar imediatamente TODAS as habilidades que um programador afirme ter, é ele fazer um formato de arquivo ou protocolo binário que não é portável, então resolvi fazer esse artigo para ajudar a diminuir essa prática, expondo os seus perigos.

Mas antes, lembro que na época que eu usava Flash Player, eu era um usuário burro e aceitava cegamente a desculpa das versões de diferentes sistemas operacionais serem dessincronizadas (sistema operacional X recebe versão nova antes de Y e Z, em vez de lançamento simultâneo). Isso é um ato que eu até consigo entender tendo em mente os objetivos da empresa, mas outro lugar onde a dessincronização de versões ocorria era em arquiteturas diferentes (32bit e 64bit). E o único fator para justificar isso é pura incompetência dos programadores, que ganharam para sempre o meu desprezo. Dito isso, não acompanho ou uso mais o Flash Player…

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